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McDonald's lança campanha 'incomum' para se defender de filme, diz 'The Guardian' | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O filme independente americano Super Size Me - A Dieta do Palhaço, que estréia nesta sexta no Brasil, causou tanta preocupação na rede de lanchonetes McDonald's que a empresa decidiu lançar uma campanha "incomum" para se defender, de acordo com o diário britânico The Guardian. "O que pode surpreender você é o quanto nós concordamos com o filme", diz o anúncio do McDonald's. "Nós concordamos com o argumento central de que, se você come demais e faz muito pouco (exercício), isso é ruim para você." Em seguida, no entanto, o anúncio, publicado em alguns dos maiores jornais britânicos, diz que o filme é incorreto porque um consumidor normal levaria seis anos para comer a mesma quantidade de hambúrgueres que o diretor de Super Size Me comeu para fazer o documentário. No filme, o diretor Morgan Spurlock engorda mais de 12 quilos e sofre um aumento em suas taxas de colesterol e pressão sanguínea depois de passar um mês se alimentando apenas com hambúrgueres do McDonald's. O anúncio da rede de lanchonetes afirma ainda que o aumento do peso de Spurlock foi exagerado porque o diretor reduziu seu nível de atividade física para o mínimo possível. Lula e a economia Outro destaque desta sexta-feira na imprensa britânica é uma reportagem do jornal Financial Times. O diário financeiro diz que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva está celebrando uma recuperação econômica "que os seus mais ferozes críticos jamais imaginaram que seria possível". De acordo com o jornal, as duras medidas de austeridade adotadas pelo governo Lula colocaram a economia brasileira em recessão e causaram amplo descontentamento, mas agora o país exibe sinais de uma forte recuperação. O Financial Times afirma ainda que o presidente começou a recuperar a popularidade perdida e que a promessa de desenvolvimento social de Lula vai depender da capacidade do governo de sustentar o crescimento econômico. Maradona desanimado Na Argentina, o diário La Nación afirma que Diego Maradona "não demonstra o menor ânimo" na clínica onde é submetido a tratamento para a recuperação de dependência química. De acordo com o jornal, o ex-jogador de futebol teve que ser tratado com antibióticos para combater uma febre alta causada por uma bronquite. O médico de Maradona tenta conseguir na Justiça uma autorização para que o ídolo argentino seja transferido para um centro de reabilitação em Havana. O La Nación diz que o presidente cubano, Fidel Castro, manifestou o desejo de que o ex-jogador retome o tratamento na capital de Cuba. A família de Maradona, no entanto, é contra a saída do craque da Argentina. Na quinta-feira, um jornal mexicano publicou imagens em que Maradona aparece supostamente usando drogas durante sua última passagem pela clínica de Havana, em abril. O médico de Maradona afirmou ao diário La Nación que não viu as fotos, mas procurou minimizar a importância das imagens e disse que o ex-jogador foi alvo de uma série acusações semelhantes nos últimos 25 anos. Esperança olímpica Nos Estados Unidos, o jornal americano The Washington Post diz que a dupla brasileira de vôlei de praia masculino Emanuel e Ricardo teve um motivo a mais para ficar irritada com a ausência da Seleção Brasileira de futebol masculino na Olimpíada de Atenas. Segundo o diário americano, isso aumentou a pressão sobre Emanuel e Ricardo para que a dupla conquiste a medalha de ouro na Grécia. O Washington Post afirma, no entanto, que até agora a dupla número 1 do ranking mundial conseguiu administrar bem a pressão e tem atuado de forma convincente nos Jogos Olímpicos. |
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