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Bush sanciona lei para combater bioterrorismo | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O presidente americano, George W. Bush, sancionou nesta quarta-feira uma nova lei que estimula o desenvolvimento de antídotos para uso em caso de ataques químicos ou biológicos nos Estados Unidos. A legislação faz parte do projeto BioShield, que prevê que US$ 5,6 bilhões sejam gastos nos próximos dez anos para desenvolver e armazenar as vacinas e outros antídotos. Em caso de emergência, a lei vai permitir ao governo distribuir as vacinas antes mesmo que elas tenham sido aprovadas pelo órgão que regula novos remédios e alimentos no país, o FDA. O presidente dos Estados Unidos afirmou que o projeto BioShield também vai reduzir a burocracia para que os americanos possam receber o melhor tratamento possível se houver um ataque do tipo. Relatório A expectativa é que, com a aprovação da legislação, os Estados Unidos produzam vacinas para o antraz com a meta de proteger 25 milhões em caso de necessidade. Segundo o correspondente da BBC em Washington Barnie Choudhury, os ataques com ricina e antraz no Congresso depois dos atentados de 11 de setembro levaram o legislativo a discutir uma proposta para a lei agora aprovada. A sanção ocorre um dia antes de a comissão bipartidária criada pelo Congresso americano para investigar as circunstâncias dos ataques de 11 de setembro de 2001 divulgar seu relatório final. O relatório deve dizer que o governo americano não soube aproveitar as oportunidades que surgiram de prevenir os atentados em Washington e Nova York. Bush disse ainda que aguarda ansiosamente o relatório final da comissão bipartidária e procurou tranqüilizar os americanos de que essa nova lei vai fazer com que o país esteja melhor preparado em caso de novo ataque. |
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