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Suspeitos de planejarem libertação de membro da Al-Qaeda são libertados | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
As 14 pessoas presas na sexta-feira na Bélgica sob suspeita de planejarem a libertação de um integrante da Al-Qaeda preso no país foram libertadas neste sábado. Os suspeitos foram soltos depois de 24 horas de detenção devido à falta de provas. Eles foram detidos, pois eram suspeitos de estarem planejando a libertação do tunisiano Nizar Trabelsi, preso na Bélgica em 2001 por planejar ataques contra alvos americanos. Apesar da libertação dos suspeitos, o Ministério do Interior belga afirma que as medidas de segurança adotadas na sexta-feira continuam em vigor. Uma porta-voz do gabinete da Promotoria Federal da Bélgica, Lieve Pellens, afirmou que foram feitas buscas nas casas dos suspeitos e não foram encontrados explosivos, armas ou provas para que eles permanecessem presos. Ela acrescentou que, ao contrário de muitos países europeus, a Bélgica não tem leis para o combate ao terrorismo que permitem que suspeitos fiquem detidos por mais de 24 horas. Detenção e segurança A prisão dos 14 homens foi anunciada na sexta-feira pela Promotoria Federal da Bélgica e as autoridades do centro de coordenação de emergências do país em uma entrevista coletiva organizada às pressas. Depois das prisões foram tomadas medidas de segurança em todo o país: em locais públicos, aeroportos, estações de metrô e mercados de Natal. Apesar da libertação dos suspeitos, representantes do Ministério do Interior afirmaram que as medidas de segurança continuarão em vigor até 2 de janeiro. As autoridades belgas afirmaram que os detidos na sexta-feira teriam planos de libertar Nizar Trabelsi, ex-jogador profissional em times de futebol da Alemanha, foi condenado a dez anos de prisão por planejar um ataque a uma base militar da Otan, onde estavam soldados americanos. Trabelsi teria se encontrado com o líder da Al-Qaeda, Osama Bin Laden, várias vezes no Afeganistão e teria sido designado para um ataque suicida. O tunisiano afirmou que recebeu ordens de ir até a Bélgica, colocar explosivos em um caminhão e explodir tudo perto da cantina da base militar de Kleine Brogel, que fica a cerca de 160 quilômetros de Bruxelas. Mas Trabelsi foi preso na capital belga dois dias depois dos ataques de 11 de setembro de 2001. |
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