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Premiê japonês admite derrota em eleições | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O primeiro-ministro japonês, Shinzo Abe, aceitou a arrasadora derrota de seu Partido Liberal Democrata nas eleições deste domingo para a Câmara Alta do parlamento. Falando enquanto os votos ainda são contados, Abe disse que mesmo com a derrota ele espera continuar como líder do partido para conseguir realizar reformas no país. Pesquisas de boca-de-urna sugerem que o partido irá perder o controle da Câmara Alta pela primeira vez em mais de 50 anos. “Se as projeções forem corretas, nós estamos olhando para uma grane derrota”, disse o secretário-geral do partido, Hidenao Nakagawa. Metade dos 242 assentos na Câmara Alta está sendo contestada. Coalizão A coalizão liberada pelo partido Liberal Democrata atualmente controla 132 assentos. O partido precisa conquistar 64 dos 121 lugares disputados na eleição para manter sua maioria parlamentar. Mas relatos da TV japonesa dizem que o partido governista deverá conseguir apenas entre 31 e 43 lugares. Segundo o correspondente da BBC em Tóquio, Chris Hogg, o Partido Democrata do Japão deverá ter a maior representação na Câmara Alta. Isso significaria que um membro do partido de oposição se tornaria o presidente da Câmara e controlaria sua agenda legislativa, dificultando a aprovação de leis propostas pela administração de Abe. Estas são as primeiras eleições desde que o premiê tomou posse, em setembro. A popularidade de Abe sofreu com uma série de gafes e escândalos ministeriais e as pesquisas sugerem que seu partido não se sairá bem nas urnas. O fator mais significativo foi a crise previdenciária, com uma agência do governo admitindo que perdeu os registros relacionados a milhões de pagamentos. A previdência é uma questão importante no Japão, onde a sociedade está envelhecendo. |
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