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Blair inicia primeira missão como enviado ao Oriente Médio | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O ex-primeiro-ministro britânico Tony Blair iniciou uma visita de dois dias a Israel em sua primeira missão como enviado especial para o Oriente Médio. Antes de chegar a Israel, Blair foi recebido pelo ministro do Exterior da Jordânia em Amã. Israel aprovou a visita de Blair, mas o grupo palestino Hamas acusou o ex-primeiro-ministro de ser parcial e alertou que Blair não deve ignorar o grupo. Um dos objetivos do cargo de Blair, enviado especial do chamado Quarteto (formado por União Européia, Estados Unidos, ONU e Rússia) de mediadores de paz para o Oriente Médio, é tentar fortalecer as instituições palestinas, mas ele não poderá negociar um acordo de paz. Na semana passada, Blair afirmou que esperava retomar a oportunidade de iniciar novamente o processo de paz entre israelenses e palestinos. Mas, segundo correspondentes, o mandato de Blair é limitado e muitos palestinos não acreditam que o ex-primeiro-ministro britânico possa fazer alguma diferença. Reuniões Blair deve se reunir nesta segunda-feira com os ministros da Defesa e do Exterior israelenses, além de encontrar um importante diplomata americano. Na terça-feira, ele deve se reunir com o primeiro-ministro israelense Ehud Olmert, em Jerusalém, e com o presidente da Autoridade Palestina, Mahmoud Abbas, em Ramallah. O ministro da Informação palestino, Riad al-Maliki, disse que Blair tem o apoio do presidente americano George W. Bush e deverá encontrar mais cooperação de Israel do que os enviados anteriores. "Estamos determinados a fornecer o que for preciso de nossa parte para fazer com que esta missão seja realmente bem sucedida", disse. Um porta-voz do governo israelense disse que a atmosfera na região é "positiva" Mas um porta-voz do Hamas, que tomou o controle da Faixa de Gaza do Fatah de Abbas em junho, rejeitou as chances de sucesso de Blair. "Sua política está baseada na marginalização e em contornar o Hamas", disse Sami Abu Zuhri. "Qualquer processo na região que marginalize o movimento Hamas está fadado ao fracasso." |
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