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Palestinos soltos são recebidos com festa na Cisjordânia | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Os mais de 250 palestinos que foram soltos de prisões israelenses nesta sexta-feira receberam uma recepção calorosa de familiares e amigos em Ramallah, na Cisjordânia. O presidente da Autoridade Palestina, Mahmoud Abbas, os chamou de "heróis da liberdade". Israel concordou em libertar os prisioneiros como um gesto de apoio a Abbas. A facção do presidente, o Fatah, está envolvida em uma disputa de poder com o Hamas. Nenhum dos prisioneiros soltos é do Hamas, que assumiu o controle da Faixa de Gaza após violentos embates com o Fatah no mês passado. Festa em Ramallah De acordo com o correspondente da BBC em Ramallah, Ali Maqbool, muitos palestinos afirmam que libertar 256 palestinos entre 10 mil presos não é o suficiente. "Agradeci a Deus que nós somos honrados com o retorno destes heróis da liberdade para as suas casas e para o seio da sua pátria-mãe", disse Abbas aos prisioneiros soltos. O presidente palestino disse que trabalhará pela libertação de outros prisioneiros que ainda estão detidos nas prisões israelenses. Os palestinos soltos foram levados das prisões de Israel para um posto de checagem fora de Ramallah e, em seguida, recebidos por uma multidão eufórica no complexo presidencial. "Só tenho três palavras para dizer: liberdade, liberdade, liberdade", disse Abdel Rahim Malluh, vice-líder da Frente Popular para a Libertação da Palestina e o mais conhecido dos prisioneiros soltos. O analista da BBC sobre Oriente Médio, Roger Hardy, afirma que os israelenses foram bastante seletivos na escolha dos prisioneiros. A maior parte dos libertados é formada por palestinos considerados pouco perigosos. Nenhum deles é acusado por Israel de ter envolvimento direto em ataques que mataram israelenses. A medida foi aprovada há duas semanas pelo gabinete do primeiro-ministro de Israel, Ehud Olmert. Israel espera que a medida sirva de auxílio ao governo de Abbas, que enfrenta problemas com o Hamas. "Nós temos esperança de que passos combinados pelos governos de Israel e da Palestina podem trazer um novo período de cooperação e diálogo", disse o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores, Mark Regev. A última vez que Israel libertou um número grande de prisioneiros palestinos foi em 2005, quando 400 foram soltos em função de um acordo de cessar-fogo. |
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