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Funcionários da Cruz Vermelha são mortos no Líbano | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Dois funcionários libaneses da Cruz Vermelha foram mortos a tiros nesta segunda-feira do lado de fora do campo de refugiados palestinos onde soldados do Exército libanês enfrentam militantes islâmicos. As duas vítimas foram mortas quando tentavam escoltar clérigos muçulmanos para fora do campo de refugiados de Nahar al-Bared, no norte do Líbano. Um membro da delegação de clérigos, que tentava negociar uma trégua nos combates entre soldados e militantes, também foi ferido. Mais cedo, o Exército libanês disparou contra militantes do grupo Fatah al-Islam, entrincheirados no campo de refugiados, perto de Trípoli. Pelo menos 11 pessoas foram mortas em choques perto do campo durante o fim de semana. Os soldados libaneses lançaram uma ofensiva contra o grupo radical islâmico Fatah al-Islam desde os primeiros confrontos que ocorreram no campo no dia 20 de maio. Cerca de 3 mil civis ainda estão dentro do campo de refugiados, que abrigava 30 mil pessoas antes do início dos confrontos. Os choques, que já deixaram pelo menos 125 mortos, são os piores confrontos internos no Líbano desde o fim da guerra civil no país, há 17 anos. |
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