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Perfil: a milícia Fatah al-Islam | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O grupo Fatah al-Islam, que entrou em confronto com o Exército do Líbano no norte do país, surgiu em novembro de 2006 quando se separou do Fatah al-Intifada (Revolta Fatah), um grupo palestino baseado no Líbano e que conta com o apoio da Síria. Dezenas de pessoas morreram em choques entre o grupo e forças do governo libanês, que começaram no dia 20 de maio. O Fatah al-Islam teria entre 150 e 200 homens armados, todos no campo de refugiados de Nahr al-Bared, ao norte de Trípoli. Campos de refugiados de palestinos no Líbano são, com freqüência, abrigo para grupos armados. Forças de segurança libanesas não entram nos campos, apenas vigiam seus perímetros. O governo libanês ligou o Fatah al-Islam aos serviços secretos da Síria. Autoridades da Síria e o próprio Fatah al-Islam negam envolvimento. O governo em Beirute afirma que quatro integrantes do Fatah al-Islam, sírios, foram presos e confessaram responsabilidade pelos dois ataques a ônibus em fevereiro, que mataram três pessoas em uma área cristã perto da capital libanesa. Mortes na Jordânia O Fatah al-Islam é liderado por Shakir al-Abssi, um conhecido militante palestino. Abssi foi sentenciado à morte à revelia na Jordânia pela morte do diplomata americano Laurence Foley, em Amã, em 2002. Abu Musab al-Zarqawi, o líder da Al-Qaeda no Iraque que foi morto em 2006, também foi sentenciado à morte pelo assassinato de Foley. Abssi disse que seu grupo não tem ligações diretas com a Al-Qaeda, mas concorda com a ideologia do grupo, de lutar contra os 'infiéis' e não-muçulmanos. As declarações do Fatah al-Islam apareceram em páginas islâmicas na internet conhecidas por publicarem declarações da Al-Qaeda. Abssi disse à agência de notícias Reuters que recentemente seu grupo tinha dois objetivos: a reforma islâmica da comunidade palestina refugiada no Líbano de acordo com a lei islâmica, a sharia, e o confronto com Israel. O grupo também visa expulsar americanos e seus interesses do mundo islâmico. |
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