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Atualizado às: 28 de abril, 2007 - 18h08 GMT (15h08 Brasília)
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Carro-bomba mata ao menos 55 em cidade sagrada no Iraque
Homem é consolado no local da explosão deste sábado
A bomba explodiu em uma rua movimentada
A explosão de um carro-bomba matou ao menos 55 pessoas e feriu cerca de 70 neste sábado em Karbala, no Iraque, no segundo ataque do tipo na cidade em duas semanas.

A cidade, que fica 100 km ao sudoeste da capital iraquiana, abriga dois dos mais sagrados santuários xiitas.

Segundo relatos, a bomba explodiu em uma rua movimentada quando pessoas se dirigiam a locais de oração.

A explosão aconteceu perto da mesquita de Imam Abbas, que é protegida por uma barreira.

Segundo o correspondente da BBC em Bagdá, Andrew North, Karbala é a segunda mais importante cidade para os xiitas.

O correspondente afirma que ataques contra templos sagrados se tornaram uma marca de grupos sunitas radicais, principalmente a al-Qaeda.

O grupo disse ter sido responsável pelo ataque, no ano passado, a um outro templo xiita, em Samarra, considerado o atentado que fez escalar a violência sectária no Iraque, diz North.

Revolta

A TV iraquiana mostrou imagens de um homem correndo em uma rua cheia de fumaça, segurando, acima da cabeça, um bebê aparentemente sem vida.

Ambulâncias seguiram para o local. Muitas pessoas, revoltadas, se juntaram no local da explosão, procurando por familiares, segundo relatos da Associated Press.

Alguns começaram a atirar pedras contra os policiais, acusando-os de não proteger os moradores.

No dia 14 de abril, um atentado suicida deixou ao menos 42 mortos na cidade.

A polícia atirou para o ar para dispersar a multidão, segundo a agência.

Antes da explosão, o clérigo xiita Moqtada al-Sadr criticou o presidente americano George W. Bush por não estabelecer um cronograma de retirada das tropas do Iraque.

Em um comunicado lido em seu nome no Parlamento iraquiano, o clérigo disse que a situação no Iraque não poderia ficar pior do que está depois de uma eventual retirada das tropas.

Nouri al-Maliki (esq.) e Amr Moussa, secretário-geral da Liga Árabe, em entrevista no CairoBarreira do Iraque
Premiê iraquiano pede suspensão de construção de muro.
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