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Coréia do Norte está comprometida em se desarmar, diz Baradei | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O chefe da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA), Mohamed El-Baradei, disse nesta quarta-feira que a Coréia do Norte está “totalmente comprometida” em abandonar seu programa nuclear. Falando em Pequim, ele descreveu sua rodada negociações na Coréia do Norte como “bastante útil”. O objetivo da viagem era tentar convencer o governo norte-coreano a permitir a volta dos inspetores das Nações Unidas (ONU) ao país. A volta das inspeções é vista como um dos pontos essenciais para o sucesso de um acordo de desarmamento, fechado após negociações entre seis países, em fevereiro. El-Baradei não se encontrou com o mais importante negociador norte-coreano, Kim Kye-gwan, devido a problemas de agenda. Uma porta-voz da AIEA disse que El-Baradei se reuniu com outro ministro, pois Kim estava ocupado preparando a próxima rodada de negociações entre os seis países. Negociações Mais cedo, a Coréia do Sul havia dito que ainda não viu nenhum sinal de que a Coréia do Norte esteja fechando sua principal instalação nuclear, como determina o acordo. O acordo estabelecia que a Coréia do Norte deveria "fechar e selar" a usina de Yongbyon dentro de 60 dias em troca de combustível. "Não existe sinal de mudança na condição operacional em Yongbyon", disse o ministro do Exterior sul-coreano Song Min-soon. Pelos termos do acordo, a Coréia do Norte deveria receber 50 mil toneladas de combustível ou ajuda econômica de valor semelhante depois de fechar a usina de Yongbyon. Um extra de 950 mil toneladas de óleo combustível ou equivalente seria disponibilizado quando o país desmantelasse permanentemente suas instalações nucleares. O acordo foi bem recebido pela comunidade internacional, que estava especialmente preocupada após os testes de mísseis nucleares realizados pela Coréia do Norte em 2006. O grupo de negociações sobre o programa nuclear norte-coreano, que conta com autoridades dos Estados Unidos, China, Rússia, Japão, Coréia do Norte e Coréia do Sul, deve se reunir na capital chinesa na segunda-feira. |
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