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Latino-americanos apóiam renovação da missão no Haiti | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Os nove países latino-americanos com tropas na Missão de Estabilização da ONU no Haiti (Minustah) apoiaram a idéia de prolongar sua missão por pelo menos mais seis meses. A Minustah está sob comando do Brasil. O compromisso foi anunciado nesta segunda-feira, ao final de uma reunião de representantes de Brasil, Argentina, Bolívia, Chile, Equador, Guatemala, Peru, Paraguai e Uruguai na capital do Peru, Lima. O representante especial das Nações Unidas no Haiti, Edmund Mulet, disse que espera que o apoio das nove nações garanta que o mandato da força, que expira no dia 15, possa ser prorrogado. A iniciativa ocorre em um momento em que a força das Nações Unidas anuncia a prisão de 31 supostos membros de gangues no fim-de-semana, na capital do Haiti, Porto Príncipe. Nesta quarta-feira, o Conselho de Segurança da ONU vota se dá continuidade à missão de paz no Haiti. Com 1,2 mil homens, o Brasil é o país com o maior número de militares e vem liderando a missão desde o seu primeiro mandato, em 2004. |
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