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Força da ONU no Haiti começa a receber reforços | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Um batalhão de soldados, que faz parte de um contingente adicional de 350 militares nepaleses, chegou ao Haiti para ajudar a força de paz liderada pelo Brasil a conter a ação de gangues armadas no país. Os nepaleses se juntarão a 7,2 mil militares de 17 países que já estão no Haiti, informa uma nota da Organização das Nações Unidas (ONU). Segundo a ONU, o batalhão de infantaria leve poderá ser usado já nesta semana nas operações em Cité Soleil, favela violenta da capital, Porto Príncipe, que fica dentro da área de atuação dos militares brasileiros. Espera-se que todo o contingente esteja atuante no início de março. O comandante militar da Minustah (missão da ONU no Haiti), o general brasileiro Carlos Albert dos Santos Cruz, disse ao serviço de notícias da ONU que está "determinado" a aumentar a pressão sobre as gangues criminosas que têm mantido a população inocente do Haiti refém por tanto tempo. O comunicado da ONU diz ainda que a Minustah tem mantido vigilância permanente na área e cita a operação lançada na semana passada para instalar de 30 militares brasileiros de forma permanente em Cité Soleil. Na segunda-feira, os membros do Conselho de Segurança da ONU tiveram uma reunião fechada para discutir o mandato da Minustah, cujo fim está previston para o dia 15 de fevereiro. O mandato da missão, de seis meses, vem sendo sucessivamente renovado desde o seu início, em 2004. Após a reunião, o enviado especial da ONU para o Haiti, Edmond Mulet, disse que o Haiti estava fazendo progressos na recuperação da economia e do domínio da lei, mas ressalvou que o país ainda carece de instituições fortes e enfrenta "um certo nível de violência". "Mas se você comparar a situação hoje com a época da chegada da missão, bai ver que houve uma evolução muito positiva", disse Mulet, segundo a agência de notícias Caribbean Media Corporation. Com 1,2 mil homens, o Brasil é o país com o maior número de militares no Haiti e vem liderando a missão desde o primeiro mandato da Minustah, em 2004. |
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