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Tropas brasileiras entram em choque com haitianos | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O Exército brasileiro confirmou, em nota oficial, que houve confronto entre tropas brasileiras da Missão das Nações Unidas para a Estabilização do Haiti (Minustah) e moradores do país, mas não informou se houve haitianos mortos. Diz apenas que “é possível terem ocorrido baixas na força adversa”, que os testemunhos são contraditórios e que “a Minustah está realizando as investigações competentes para a apuração do ocorrido”. Há relatos das agências de notícias de que dois ou três haitianos teriam sido mortos no confronto e vários outros ficado feridos em confronto entre tropas da Minustah. De acordo com o Exército, as tropas de engenharia e sua segurança foram alvo de disparos na favela Cité Soleil, e reponderam de acordo com as regras de engajamento da ONU, que tratam das obrigações das partes em conflito armado. No enfrentamento, um militar brasileiro saiu ferido sem gravidade. Engenharia O confronto ocorreu, de acordo com o Exército, por volta das 9h30 de quinta-feira, quando a tropa brasileira fazia trabalhos de engenharia para permitir a passagem de veículos leves no local, removendo partes de muros baixos para alargamento de acesso. Há relatos de que a violência teria começado por causa da destruição desse muro. O incidente representa a volta da violência a Cité Soleil, uma grande favela onde moram cerca de 300 mil pessoas e um dos bairros mais violentos da capital, Porto Príncipe. Por causa da calma que vigorava nos últimos meses, a polícia haitiana entrou em Cité Soleil no início deste mês pela primeira vez em quase três anos, cumprimentando os moradores. O Brasil comanda as forças de paz da ONU no país, atualmente com um efetivo de quase nove mil homens. A missão foi estabelecida em fevereiro de 2004. A tropa brasileira no país é de 1.050 soldados. |
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