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Atualizado às: 24 de janeiro, 2007 - 21h59 GMT (19h59 Brasília)
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Comissão rejeita plano de Bush para o Iraque
Senadores Joseph Biden (democrata) Chuck Hagel (republicano) e Carl Levin (democrata)
Senadores devem discutir resolução no plenário na próxima semana
Uma comissão do Senado dos Estados Unidos rejeitou nesta quarta-feira o plano do presidente americano, George W. Bush, de enviar mais tropas para o Iraque. A questão será repassada ao plenário do Senado, que irá debater a proposta na próxima semana.

A comissão de Relações Exteriores do Senado, controlada pelo Partido Democrata, de oposição a Bush, aprovou por 12 votos a nove uma resolução que classifica a proposta de Bush como “fora do interesse nacional”.

A rejeição acontece um dia depois de Bush pedir no Congresso, em seu discurso do Estado da União, para que os parlamentares “dessem uma chance” para seu plano funcionar.

A comissão se opôs ao plano de Bush de enviar 21,5 mil soldados a mais para o Iraque para melhorar a segurança do país e frear a violência sectária, sobretudo na região da capital, Bagdá.

No domingo, 3,2 mil soldados chegaram ao Iraque.

Resposta de Cheney

A resolução contra o plano de Bush foi proposta no começo do mês pelos senadores democratas Joseph Biden e Carl Levin e por Chuck Hagel, que é crítico da guerra no Iraque, apesar de pertencer ao Partido Republicano.

“É melhor termos muita certeza do que estamos fazendo, todos nós, antes de botar mais 22 mil americanos naquele ‘moedor’”, disse Hagel, que foi o único republicano a apoiar a resolução.

Biden, que lidera a comissão, disse que a resolução “não é uma tentativa de constranger o presidente”.

“É uma tentativa de impedir o presidente de cometer um erro grande em relação à nossa política no Iraque”, disse.

Antes da audiência da comissão, o vice-presidente americano, Dick Cheney, disse que o Senado “não impediria” o governo americano de executar seu plano.

Biden disse estar disposto a negociar mudanças na resolução, para atrair apoio de mais republicanos.

Operação em Bagdá

Em Bagdá, o governo iraquiano anunciou que uma ofensiva conjunta de forças de segurança do país e tropas americanas retirou todos os insurgentes da área central da capital.

A operação começou na região da rua Haifa, onde atiradores sunitas se mantinham baseados.

A ação contou com apoio de um helicóptero Apache. As tropas foram atacadas por morteiros, granadas e metralhadoras. Um soldado americano morreu.

Segundo os iraquianos, cerca de 30 insurgentes morreram e outros 27, de diversos países árabes, foram presos.

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