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Senadores criticam plano de Bush para o Iraque | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Destacados parlamentares americanos dos dois principais partidos dos Estados Unidos atacaram o plano do presidente George W. Bush de enviar um contingente de mais de 20 mil soldados para o Iraque. O presidente da Comissão de Relações Exteriores do Senado americano, o democrata Joseph Biden, chamou a iniciativa de "erro trágico". O senador republicano Chuck Hagel disse: "O discurso deste presidente representa o erro mais perigoso de política externa neste país desde o Vietnã." O anúncio é parte da nova estratégia de Bush para o conflito. O secretário da Defesa, Robert Gates, vai defender o plano em uma comissão do Congresso hostil. Na quinta-feira, Gates anunciou planos para incorporar mais 92 mil soldados em cinco anos às Forças Armadas. Segundo ele, o plano específico para o Iraque de aumentar as tropas provavelmente vai durar "meses, não 18 meses ou dois anos". Ele acrescentou que os Estados Unidos podem rever seu plano se os líderes iraquianos não conseguirem manter seus compromissos. O secretário da Defesa, que prestou depoimento em uma comissão da Câmara dos Representantes na quinta-feira, vai comparecer na comissão do Senado para Serviços Armados juntamente com o Chefe do Estado Maior das Forças Armadas, Peter Pace. O correspondente da BBC em Washington, Justin Webb, disse que Gates e Pace serão duramente questionados sobre a decisão de enviar tropas a Bagdá e o general provavelmente terá que responder por que parece ter mudado de idéia sobre uma política que ele não apoiou no passado. Os democratas prometeram uma votação sobre a estratégia em ambas as casas do Congresso. 'Muito caro' Bush anunciou que vai enviar mais 21,5 mil soldados para o Iraque em discurso na televisão na noite de quarta-feira. Mas as críticas não vieram apenas de democratas, que agora controlam as duas casas do Congresso. Alguns republicanos também expressaram publicamente o seu desapontamento com a medida. O senador Norm Coleman afirmou que o custo em termos de vidas será "grande demais" para o apoio ao plano de Bush. O senador republicano George Voinovich disse à secretária de Estado, Condoleezza Rice, em uma audiência na Comissão de Relações Exteriores do Senado, que ele finalmente perdeu a fé na política do presidente para o Iraque. |
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