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EUA advertem 'países que tentarem desestabilizar Iraque' | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
A secretária de Estado americana, Condoleezza Rice, afirmou que os Estados Unidos tomarão medidas contra qualquer país que tente desestabilizar o Iraque. A declaração veio poucas horas depois que tropas americanas invadiram um escritório de representação do Irã na cidade de Irbil, no norte do Iraque. O presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, anunciou na quarta-feira que pretende enviar cerca de 21,5 mil soldados ao Iraque para se somarem ao contingente de 132 mil tropas que já estão no país. No discurso em que anunciou o envio de mais soldados ao Iraque, na noite da última quarta-feira, o presidente disse que teria pulso firme contra Irã e Síria, a quem acusou de desestabilizar o Iraque. "Todos os americanos sabem o que está em jogo no Iraque e que a atual situação é inaceitável", afirmou Condoleezza Rice. "Não podemos nos permitir um fracasso", disse. Duração incerta O secretário de Defesa dos Estados Unidos, Robert Gates, disse nesta quinta-feira que "é incerto" o tempo que o esforço militar "temporário" dos Estados Unidos no Iraque deve durar. Gates acrescentou, no entanto, que os Estados Unidos devem saber "rapidamente" se o Iraque está cumprindo sua parte no acordo e aumentando suas próprias forças. O secretário de Defesa afirmou que o governo Bush trabalhou para persuadir um Congresso cético, em que a oposição democrata tem a maioria, para que a proposta de aumento de tropas do presidente fosse aceita. Aumento nas forças Gates também disse que recomendará um aumento de 92 mil soldados no efetivo total das forças americanas no mundo, elevando o contingente para 202 mil fuzileiros e 547 mil soldados do Exército. O presidente Bush já tinha proposto aumentar o número de tropas no mês passado, em decorrência da utilização dos soldados americanos no Afeganistão e no Iraque. O secretário de Defesa acrescentou que, para diminuir o estresse das tropas americanas no Iraque, está inclinado a fazer um rodízio mais rápido dos soldados nas áreas de conflito do que o prazo normalmente adotado pelo Pentágono. Gates disse que as "demandas globais" tornaram tais mudanças necessárias. Questionado se os Estados Unidos e seus aliados no Iraque pretendem ir atrás de Moqtada Al-Sadr, clérigo xiita radical antiamericano, Gates disse: "Todos os violadores da lei estarão suscetíveis e poderão entrar na mira desta campanha". |
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