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Americano é condenado por traição | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Um californiano que apareceu em vídeos de propaganda da rede Al-Qaeda foi condenado por traição por um tribunal de Justiça americano. Adam Gadahn, de 28 anos, tornou-se o primeiro cidadão americano a ser acusado de traição desde a Segunda Guerra Mundial. Acredita-se que Gadahn, que também é conhecido como Azzam al-Amriki ou Azzam, o americano, fugiu do Paquistão. Conhecido anteriormente como Adam Pearlman, ele se converteu para o Islã na adolescência e recentemente apareceu em um vídeo com Ayman al-Zawahiri, considerado o segundo líder no comando da Al-Qaeda. Condenação 'severa' Na gravação, divulgada no mês passado, ele aconselhou seus compatriotas americanos a se converter ao Islã e disse que soldados do Exército dos Estados Unidos que estão lutando no Iraque e no Afeganistão deveriam mudar de lado. Nenhum muçulmano, de acordo com ele, deveria "derramar lágrimas" por ocidentais mortos em ataques terroristas. Segundo o veredicto contra Gadahn, ele "aderiu intencionalmente a um inimigo dos Estados Unidos... com intenção de trair os Estados Unidos". Um advogado americano classificou a acusação de traição de "excepcionalmente dura". A pena prevista para o crime de traição vai de 5 anos de prisão até a pena de morte. |
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