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Imprensa traz novas denúncias contra republicano | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
A imprensa norte-americana divulgou nesta quarta-feira novas denúncias sobre o deputado republicano Mark Foley, que mandava mensagens eletrônicas para adolescentes bolsistas. Segundo a mídia americana, Foley pode ter se relacionado com um jovem funcionário do Congresso e há suspeitas sobre seu comportamento desde 1995. Foley negou, através de seu advogado, ter tido qualquer contato sexual com menores de idade. O Partido Republicano tem tentado conter o impacto do escândalo no Congresso. O líder republicano na Casa dos Representantes, Dennis Hastert, – criticado por não ter agido rapidamente no caso – disse que não vai renunciar. O jornal conservador americano Washington Times também pediu a renúncia de Hastert. O presidente americano, George W. Bush, se declarou “enojado” pelas atitudes de Foley. Mas Bush defendeu Hastert no escândalo que está dominando a política americana na véspera das eleições parlamentares. Alcoolismo
Foley, que integra a comissão da Casa dos Representantes sobre crianças desaparecidas e exploradas, renunciou ao cargo de parlamentar na sexta-feira, depois que os fatos foram divulgados. O mais jovem dos bolsistas a receber mensagens de Foley teria 16 anos. Segundo o advogado de Foley, David Roth, o ex-deputado internou-se em uma clínica para tratar de alcoolismo. O político declarou-se gay e disse ter sido abusado sexualmente na igreja quando era adolescente, de acordo com Roth. A rede de televisão americana ABC divulgou mensagens em que Foley e um jovem funcionário do Congresso planejam encontros e trocam “beijos” pela Internet. O funcionário seria do setor administrativo do Congresso que emprega estudantes colegiais com mais de 16 anos. Segundo as denúncias, em abril de 2003, Foley convidou um menor para beber álcool em sua casa. O convite teria sido aceito. Segundo reportagem do jornal americano Washington Post, desde 1995 os jovens funcionários administrativos já eram alertados pelos colegas para terem cuidado com Foley. A reportagem ouviu ex-funcionários do setor que disseram se sentir desconfortáveis com o comportamento do deputado, mas nenhum deixou claro se já manteve algum contato sexual com ele. |
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