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Vice-premiê palestino é libertado por Israel | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Uma corte militar israelense libertou o vice-primeiro-ministro palestino nesta quarta-feira, seis semanas depois de sua detenção em uma operação contra o Hamas. Nasser al-Shaer é o mais importante político a ser libertado entre dezenas que foram presos depois que militantes do Hamas capturaram um soldado israelense perto da Faixa de Gaza em junho. "Não existia base para sua prisão. Isto (a libertação) é natural", disse o advogado de Shaer. Cerca de 30 integrantes do Hamas continuam detidos por Israel. Alguns enfrentam acusações de serem membros de uma organização terrorista. Shaer conseguiu escapar da detenção por várias semanas. Soldados israelenses prenderam dezenas de autoridades do Hamas depois da captura do soldado soldado de Israel, Gilad Shalit, por militantes, na Faixa de Gaza, em junho. Soldados israelenses invadiram uma casa na cidade de Ramallah, na Cisjordânia onde Nasser al-Shaer estava se escondendo no dia 19 de agosto. 'Prisão ilegal' A ordem da Justiça que determinou a libertação de Nasser al-Shaer teria dito que ele deve ficar longe de Ramallah, onde o governo palestino tem sua sede, por duas semanas. Na segunda-feira, uma corte militar se recusou a libertar sob fiança outras 21 autoridades do Hamas antes da conclusão dos procedimentos jurídicos contra eles. A esposa de Shaer, que fez campanha por sua libertação, confirmou à BBC que seu marido tinha sido libertado e estava a caminho de Nablus, no norte da Cisjordânia. Além de ser o vice-primeiro ministro, Shaer também foi o Ministro da Educação e Treinamento no governo liderado pelo Hamas, que foi eleito em março. O porta-voz do governo, Ghazi Hamad, disse que a detenção de Shaer foi "política e ilegal" e as acusações contra outros membros do Hamas foram "fabricadas". O movimento não reconhece o direito de existência de Israel, o que levou os países ocidentais a paralisarem o fornecimento de verbas para a Autoridade Palestina levando a uma grave crise humana. Em outro incidente, nesta quarta-feira, um ataque aéreo israelense no sul da Faixa de Gaza matou uma menina palestina de 14 anos e feriu vários outros civis, segundo equipes de emergência palestinas. As circunstâncias da morte da menina ainda não foram esclarecidas mas Israel afirmou que disparou contra um túnel que era usado para o tráfico de armas. |
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