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Israel bombardeia estrada entre Líbano e Síria | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Aviões israelenses atacaram diversos pontos no Líbano, apesar do cessar-fogo de 48 horas em vigor desde domingo. Os alvos foram uma estrada que liga o Líbano à Síria e bases de lançamento de mísseis do grupo radical xiita Hezbollah. A informação foi confirmada por autoridades israelenses. Uma fonte militar de Israel afirmou nesta terça-feira que a suspensão dos ataques é parcial. Ele disse que houve troca de tiros entre forças de Israel e militantes do Hezbollah na fronteira norte do Líbano. A agência de notícias Reuters informou que tropas israelenses entraram em choque com o Hezbollah no sul do Líbano. O cessar-fogo de 48 horas foi anunciado depois do ataque de domingo de Israel na cidade de Qana, matando pelo menos 54 civis. O governo israelense disse, no entanto, que se reserva o direito de atacar alvos em que o Hezbollah possa estar lançando mísseis. Ajuda humanitária As Nações Unidas afirmaram nesta terça-feira que o cessar-fogo não melhorou o acesso de agências de ajuda humanitária ao sul do Líbano. As agências informam que ainda estão precisando de um aviso prévio de três dias ao Exército de Israel para ter escolta segura aos locais atingidos pela violência. Dois comboios chegaram na segunda-feira à cidade portuária de Tiro, depois de um longo desvio pelas colinas. A estrada do litoral está parcialmente destruída e não tem condições de tráfego. O primeiro-ministro israelense Ehud Olmert afirmou em Tel Aviv que a ofensiva no Líbano não vai parar "até que a ameaça que paira sobre nossas cabeças termine e até que nossos soldados seqüestrados voltem para casa." Uma fonte do governo de Israel disse que o gabinete de Israel decidiu, a portas fechadas, por unanimidade ampliar a ofensiva contra o Hezbollah no sul do Líbano. De acordo com o ministro da Saúde do Líbano, 750 pessoas - a maioria civis - morreram em três semanas em decorrência dos ataques de Israel. No lado israelense, morreram 51 pessoas, entre elas 18 civis. Na segunda-feira, os ministros de Relações Exteriores da França e do Irã se encontraram em Beirute para discutir uma solução para a crise. O ministro francês Philippe Douste-Blazy disse que é vital envolver o Irã nas negociações de paz. Ministros de Relações Exteriores da União Européia farão uma reunião nesta terça-feira em Bruxelas sobre o assunto. |
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