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Israel 'assume controle' de vilarejo no sul do Líbano | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Militares israelenses afirmam que suas forças tomaram o vilarejo de Maroun al-Ras, no sul do Líbano. Israel afirma que o vilarejo é o local usado pelo Hezbollah para o lançamento de ataques com foguetes. Ainda é possível ouvir troca de disparos entre militantes do Hezbollah, que defenderam Maroun al-Ras por vários dias, matando seis soldados israelenses nos confrontos. Mais cedo, em uma declaração lida em seu canal de televisão, o Hezbollah afirmou que uma batalha épica estava ocorrendo. Durante o dia, uma coluna de tanques israelenses esmagou a cerca da fronteira, mas o Exército de Israel afirma que não há planos para uma invasão em larga escala. Nas primeiras horas do domingo aviões israelenses teriam bombardeado Beirute e a cidade de Sidon, iniciando o 12º dia de ofensiva. Antenas Segundo agências de notícias os últimos ataques aéreos se concentraram na cidade portuária do sul do Líbano, Sidon, e nos bairros no sul da capital Beirute, que seriam áreas dominadas pelo Hezbollah. Horas antes Israel informou que seus soldados conseguiram expulsar guerrilheiros do Hezbollah do alto de uma colina na cidade de Maroun al-Ras, onde seis militares israelenses foram mortos durante a semana. A informação não foi confirmada e o Hezbollah afirmou no sábado em seu canal de televisão, al-Manar, que uma "batalha épica" estaria ocorrendo. Aeronaves israelenses também bombardearam antenas de telefone celular e televisão no Líbano, matando uma pessoa. Militantes do Hezbollah dispararam 120 mísseis contra o norte de Israel, ferindo várias pessoas. Durante o sábado o Exército israelense realizou ataques aéreos e pequenas incursões no Líbano. Os temores de que um amplo combate por terra esteja a caminho foram reavivados pela convocação de 3 mil reservistas israelenses. Os recém-convocados estão assumindo posições em Gaza e na Cisjordânia, liberando efetivo para ser deslocado para a fronteira norte do país. Aviões israelenses jogaram panfletos no sul do Líbano pedindo que os civis em 14 vilarejos deixassem a região na noite de sábado. O Exército israelense confirmou ter realizado nos últimos dias "ataques pontuais" ao sul do Líbano em busca de armas e instalações do Hezbollah. A Organização das Nações Unidas (ONU) alertou que a situação está piorando cada vez mais. Reservistas Os militares confirmaram que haviam ocupado dois vilarejos no sul do território libanês, Maroun al-Ras e Marwaheen. Depois, informaram que as tropas haviam sido retiradas do segundo. Os locais haviam sido ocupados três dias antes, depois que uma "intensa resistência" por parte da milícia Hezbollah foi superada, disseram os oficiais. Israel afirmou que as operações "pontuais" continuarão, o que aumentou temores de que as invasões se estendam por várias semanas. Analistas acreditam que o país quer ocupar o sul do Líbano para impedir a milícia xiita de usar a área como plataforma de lançamento de foguetes. Mesmo assim, o Hezbollah voltou a lançar foguetes no norte de Israel. Em seu 11º dia de ataques, as Forças de Defesa Israelenses informaram ter bombardeado cerca de 70 alvos libaneses entre a noite de sexta-feira e madrugada de sábado, incluindo supostos locais de montagens de mísseis da milícia Hezbollah. O Hezbollah voltou a disparar foguetes contra o norte de Israel, atingindo as cidades de Kiryat Shmona, Carmiel e Nahariya. Reação O ministro da defesa libanês, Elias Murr, disse que o Líbano vai combater as tropas israelenses caso seu país seja invadido. Tropas israelenses já estão combatendo o Hezbollah na região e o Exército está bombardeando pesadamente a fronteira. Correspondentes em Tiro, cidade costeira no sul do Líbano, disseram que o som das explosões é constante e que, com vilas e estradas destruídas, as populações locais estão em sério risco. |
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