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Venezuela compra 60 aeronaves militares russas | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
A Venezuela comprará 30 caças russos Sukhoi para substituir seus atuais F-16 de fabricação americana, confirmou o governo da Rússia. A negociação, que superará o volume de US$ 1 bilhão, incluirá ainda 30 helicópteros de combate, afirmou o ministro da Defesa russo, Sergei Ivanov. O presidente venezuelano, Hugo Chávez, já havia sugerido que a Rússia seria seu fornecedor bélico predileto, depois que os Estados Unidos proibiram a venda de armas para a Venezuela, alegando temer os contatos de Chávez com os governos do Irã e de Cuba. Washington se negara a vender as peças de manutenção para as aeronaves F-16 vendidas à Venezuela há mais de 20 anos. Anti-americanismo A negociação entre Caracas e Moscou é divulgada às vésperas da viagem que o presidente Chávez fará à Rússia e à Bielo-Rússia a partir deste sábado. Na terça-feira, o mandatário venezuelano formalizará a operação em um encontro com o presidente russo, Vladimir Putin. Observadores vêm interpretando a mais recente viagem do presidente Chávez como mais uma afirmação anti-americana. O governo de Chávez já afirmou diversas vezes que podia ser alvo de um eventual ataque americano. Washington refuta as alegações. Há pouco mais de um mês, as Forças Armadas da Venezuela realizaram um exercício que simulava uma invasão estrangeira. Mas para os detratores do presidente venezuelano, as compras de material bélico feitas por Hugo Chávez podem provocar uma corrida armamentista na América Latina. No mês passado, o presidente afirmou que compraria 100 mil rifles russos Kalashnikov. No fim de 2005, Chávez e o primeiro-ministro espanho José Luis Zapatero fecharam um acordo de US$ 1,5 bilhão para fornecimento de barcos de combate e armamentos. |
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