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Israel mata nove palestinos em Gaza e na Cisjordânia | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Forças israelenses mataram nove palestinos em duas operações separadas num campo de refugiados na Faixa de Gaza e na cidade de Nablus, na Cisjordânia. Os combates desta quarta-feira fazem parte das operações israelenses para libertar um soldado capturado pelo Hamas há três semanas. Antes do amanhecer, veículos armados israelenses entraram no campo de Al-Mughazi. Os soldados ocuparam o topo dos edifícios, enquanto escavadeiras destruíam os prédios, disseram os moradores. Depois da operação, que deixou cinco mortos, Israel realizou ataques aéreos que deixaram outro morto e mais de 50 feridos, segundo os hospitais da região. O Exército israelense confirmou apenas que havia uma operação em curso no campo, e que cinco soldados ficaram feridos. As autoridades israelenses disseram que a incursão foi uma resposta a ataques de mísseis realizados por militantes palestinos na região da fronteira. Cisjordânia Em uma operação em Nablus, três palestinos foram mortos e dois ficaram seriamente feridos quando Israel cercou um quartel-general das forças de segurança palestinas, à procura de militantes que supostamente se escondiam no local. Cerca de duzentos policiais palestinos foram detidos. Mais tarde, escavadeiras e tratores demoliram três edifícios usados pelo governo palestino, disseram fontes palestinas. Israel confirmou que uma operação estava sendo realizada na região para prender homens que supostamente planejavam um ataque à bomba suicida, e que teriam ligações com o grupo libanês Hezbollah. A região de Gaza está sob fogo cruzado desde a captura do soldado israelense Gilad Shalit, em 25 de Junho. Cerca de cem palestinos já morreram na ofensiva, que também destruiu prédios que Israel afirmava serem centros de operações do Hamas. Mesmo tendo anunciado a retirada de Gaza, Israel disse nesta quarta-feira que continuaria a combater nas duas frentes – a outra são os bombardeios no sul e na capital do Líbano – até que seus soldados sejam libertados. |
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