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Atualizado às: 18 de maio, 2006 - 10h10 GMT (07h10 Brasília)
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De olho em eleição, Bush corta mais impostos
O presidente George W. Bush durante evento na quarta-feira
Presidente diz que cortes ajudarão a economia americana
O presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, sancionou na quarta-feira um pacote que concede um corte de impostos de US$ 70 bilhões.

Segundo o presidente, o corte é necessário para ajudar a impulsionar a economia americana, mas seus adversários dizem que o corte ajudará apenas os mais ricos e aprofundará ainda mais o já profundo déficit público federal.

Os republicanos esperam que o corte, que amplia abatimentos anteriores, os ajudará a ganhar popularidade e a manter o controle do Congresso após as eleições de novembro, segundo os analistas.

O corte de impostos ocorre quando as pesquisas de opinião pública indicam que a confiança no Partido Republicano atingiu um novo recorde negativo.

“Este é um grande dia para os trabalhadores americanos, suas famílias e seus negócios”, disse Bush ao assinar a nova lei, na quarta-feira.

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Bush elogiou os membros republicanos do Congresso, que aprovaram o pacote na semana passada, dizendo: “Vocês aprovaram uma lei que manterá nossos impostos baixos e nossa economia em crescimento”.

Bush disse que suas “políticas econômicas pró-crescimento estão funcionando para todos os americanos”.

Mas os democratas dizem que os cortes são irresponsáveis e somente favorecem uma pequena parcela da população. Eles temem que a menor arrecadação amplie o déficit no Orçamento, que hoje está em torno de US$ 400 bilhões.

A aprovação ocorre quando as pesquisas indicam que 56% dos americanos gostariam de ver os democratas retomarem o controle de ambas as casas do Congresso.

O corte de impostos tem sido umas das principais políticas de Bush desde seu primeiro mandato.

A lei sancionada nesta semana inclui uma extensão por dois anos da redução das alíquotas de imposto para ganhos de capital e dividendos, que deveria terminar no fim de 2008.

George W. BushCaio Blinder
Com desgaste de Bush, democratas vivem otimismo.
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