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Atualizado às: 31 de março, 2006 - 22h00 GMT (19h00 Brasília)
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Choques entre facções palestinas matam três
Uma multidão de palestinos se manifestou contra a morte de Khalil al-Quqa
Três pessoas morreram e pelo menos 20 ficaram feridas em choques entre facções palestinas no funeral de um comandante de um grupo militante.

Os choques ocorreram depois da morte de Khalil al-Quqa, do Comitê de Resistência Popular, em um aparente ataque com um carro-bomba.

Autoridades dos hospitais locais afirmaram que vários dos feridos estão em estado grave.

O movimento liderado por al-Quqa acusou as forças de segurança palestinas de colaborarem com Israel para executar seu líder. Israel negou envolvimento na morte.

Segundo os hospitais locais, dois dos que morreram no funeral, que ocorreu na Cidade de Gaza, eram apenas expectadores do evento e o terceiro morto eram membro do Comitê de Resistência Popular que participava da procissão, segundo informações da agência de notícias Associated Press.

A violência ocorreu dias depois das eleições israelenses da posse do gabinete de governo palestino sob o comando do grupo militante Hamas.

Mais cedo Israel realizou ataques aéreos na Faixa de Gaza, aparentemente como reação aos foguetes sendo lançados por palestinos pela fronteira.

Acusação

Imediatamente depois do ataque de sexta-feira, no qual Quqa foi morto, membros do Comitê de Resistência Popular acusaram autoridades ligadas às forças de segurança palestinas, incluindo Samir al-Mushrawi, de colaborar com Israel para executar a operação.

Os militantes fizeram suas acusações em uma entrevista perto da casa de Mushrawi e, em seguida, ocorreu um tiroteio entre seus guarda-costas e membros do comitê.

O tiroteio foi intenso e durou por vários minutos, houve pânico nas ruas enquanto os moradores tentavam se proteger.

O primeiro-ministro palestino, Ismail Haniyeh, pediu calma e convocou uma reunião de emergência na Faixa de Gaza, onde afirmou que o governo vai iniciar uma investigação a respeito da morte de Quqa.

"Peço aos palestinos que evitem cair na armadilha da revolta interna para que nossas flechas não voltem para nos atacar", disse.

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