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Militante palestino é morto em Gaza | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O líder militante palestino Khalil al-Quqa, do grupo Comitê de Resistência Popular (CRP), morreu nesta sexta-feira após seu carro ter explodido na Faixa de Gaza. Testemunhas dizem que a explosão foi causada por um míssil lançado por um avião militar israelense. O grupo militante afirmou que o veículo estava repleto de explosivos que foram plantados por israelenses e acionados por controle remoto. Após a explosão, militantes do grupo entraram em choque com forças de segurança palestinas, que acusaram de ter colaborado com o ataque ao veículo. Não há relatos de vítimas fatais. Israel, que realizou ataques aéreos nesta sexta – um deles ao estádio onde o novo premiê palestino, Ismail Haniya, havia discursado horas antes - negou qualquer envolvimento com a explosão. Reação Na noite de quinta-feira, um homem-bomba realizou o primeiro atentado suicida do ano contra Israel, na Cijordânia. O autor estaria disfarçado de judeu ortodoxo, teria pego carona no veículo e detonado seus explosivos dentro dele, matando os demais passageiros, quatro judeus, segundo a polícia. Um outro grupo militante, a Brigada dos Mártires de Al-Aqsa, que é ligado ao Fatah, assumiu a autoria e disse que o homem-bomba seria originário da cidade de Hebron. Horas depois, a casa do autor, Ahmed Masharka, foi invadida pela polícia israelense e várias pessoas foram detidas. Também nesta sexta-feira, um deputado do Hamas, grupo militante que tem a maioria no Parlamento palestino, defendeu o atentado suicida. "É uma resposta natural aos crimes israelenses, contra a matança contínua, incursões e detenções", disse o parlamentar Mushir Al Masri. Já Israel responsabilizou a Autoridade Palestina pelo atentado. "Os palestinos se recusam a levantar um dedo para impedir ataques terroristas contra israelenses e vimos o resultado esta noite (quinta-feira)", disse o porta-voz israelense David Baker. |
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