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Atualizado às: 25 de fevereiro, 2006 - 23h44 GMT (20h44 Brasília)
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Milhares protestam contra negociações com o ETA
Manifestantes em Madri
Governo espanhol diz estar disposto a conversar se grupo abandonar armas
Dezenas de milhares de pessoas saíram às ruas de Madri neste sábado para pedir que o governo não inicie negociações de paz com o grupo separatista basco ETA.

Muitos faziam parte de grupos que apóiam vítimas de ataques que teriam sido realizados pelo ETA. Eles levavam cartazes dizendo "não em meu nome" e fotos dos que morreram nos ataques.

O primeiro-ministro socialista, Jose Luis Zapatero, disse estar pronto para negociar com o ETA se o grupo abandonar as armas.

Mas muitos manifestantes diziam que o ETA deve ser combatido com a ação da polícia.

Oposição

O ETA é acusado de ter provocado a morte de mais de 800 pessoas durante uma campanha de 40 anos pela formação de um Estado basco independente no norte da Espanha.

O ministério do Interior estima que o número de manifestantes nas ruas neste sábado tenha sido de 100 mil. Já os organizadores falam em 1,4 milhão.

"Nós queremos que o governo não negocie com assassinos e que o terrorismo não seja visto como uma forma de alcançar objetivos políticos", disse Irene Villa, de 27 anos, que perdeu as duas pernas em um ataque atribuído ao ETA há 15 anos.

Os atentados supostamente realizados pelo ETA não provocaram nenhuma morte desde 2003, mas a campanha continua.

Sem o sinal de um cessar-fogo, o Partido Popular, da oposição, diz que o governo está cedendo aos separatistas.

Mas segundo o correspondente da BBC em Madri, Danny Wood, nem todas as associações de apoio às vítimas do ETA são contra a intenção do governo.

Segundo Wood, um número significativo desses grupos apóia Zapatero e acredita que o único jeito de alcançar a paz é através de negociações, caso o ETA realmente abandone a violência.

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