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Dinamarca pede que cidadãos deixem Indonésia | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O governo da Dinamarca pediu para que seus cidadãos deixem a Indonésia, temendo que eles sejam alvo de represálias por causa das charges que ironizam o profeta Maomé, publicadas em um jornal de Copenhague há algumas semanas. O Ministério das Relações Exteriores dinamarquês disse que informações coletadas por serviços de inteligência sugerem que um grupo extremista está perseguindo cidadãos e interesses do país na nação asiática. Na tarde deste sábado, a Dinamarca retirou seus embaixadores da Indonésia e do Irã, depois que eles receberam ameaças descritas pelo governo como "sérias e concretas". Na sexta-feira, o país europeu já havia pedido a saída de seus diplomatas de Damasco, na Síria, dizendo que as autoridades locais haviam reduzido a segurança deles para um nível "inaceitável". Alvo A embaixada dinamarquesa na capital síria foi atacada há uma semana, durante um protesto contra as charges. Depois disso, o governo da Dinamarca pediu para que seus cidadãos saíssem da Síria imediatamente. Um dia após o ataque, o Ministério das Relações Exteriores da Síria divulgou um comunicado dizendo "lamentar os atos de violência que acompanharam os protestos". O governo sírio não comentou o anúncio da retirada dos diplomatas. A embaixada da Finlândia vai assumir os serviços consulares da Dinamarca no Irã. Na Indonésia, diplomatas da Holanda é que vão seguir com as atividades do país escandinavo. E na Síria, o mesmo será feito pela embaixada da Alemanha. |
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