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Atualizado às: 18 de janeiro, 2006 - 15h32 GMT (13h32 Brasília)
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Israel terá mulher como ministra das Relações Exteriores
A ministra das Relações Exteriores de Israel, Tzipi Livni
Antes de Livni, só Golda Meir esteve à frente das Relações Exteriores
O primeiro-ministro em exercício de Israel, Ehud Olmert, anunciou nesta quarta-feira mudanças no seu gabinete ministerial, entre elas a indicação de Tzipi Livni para a pasta das Relações Exteriores.

Esta é a segunda vez na história que uma mulher ocupará este posto – a primeira foi Golda Meir, antes de se tornar primeira-ministra.

Livni, de 47 anos, vai substituir Silvan Shalom, que renunciou na semana passada. Ela é um nome de popularidade crescente em Israel. Forte aliada do premiê afastado Ariel Sharon – que está hospitalizado e em coma após um derrame cerebral –, já ocupava também o cargo de ministra da Justiça.

Olmert – que era o vice-premiê e assumiu a chefia do governo temporariamente até as eleições de 28 de março – também aumentou o número de integrantes do gabinete.

Kadima

Além de Livni, Olmert levou outros três aliados de Sharon ao governo, Zeev Boim, Yaakov Edri e Roni Bar-On.

Os novos integrantes do gabinete são membros do Kadima, partido recém-criado por Sharon numa ruptura com o Likud para disputar as eleições.

Mesmo após os problemas de saúde de Sharon, o Kadima continua na frente nas pesquisas de opinião sobre as eleições para o novo Parlamento.

Olmert teve de chamar novos nomes para o seu governo interino após a renúncia de vários ministros que integram o Likud e o Partido Trabalhista por razões político-partidárias.

Enquanto isso, o Partido Trabalhista completou suas primárias para definir a lista de candidatos nas eleições.

O líder trabalhista, Amir Peretz, vai encabeçar a chapa. O segundo lugar ficou com o ex-ministro da Habitação Isaac Herzog e Ophir Pines-Paz ficou com o terceiro posto.

Sharon

Um comunicado do hospital Hadassah de Jerusalém afirmou que Ariel Sharon continua com quadro geral grave, porém estável.

Os médicos retiraram com sucesso na madrugada desta quarta um tubo de respiração que havia sido inserido durante a traqueotomia – operação na qual um tubo foi inserido em sua traquéia – realizada no fim de semana.

A intenção do tratamento é fazer com que o primeiro-ministro afastado volte a respirar sem aparelhos.

Os médicos vêm também tentando fazer com que Sharon desperte de um coma induzido.

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