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Espanha 'vai seguir em frente' com venda de aviões para Venezuela | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O governo espanhol anunciou nesta sexta-feira que vai seguir em frente com a venda de aviões e equipamentos militares para a Venezuela, no valor de US$ 2 bilhões, apesar das tentativas dos Estados Unidos de bloquear o negócio. A Casa Branca recusou à Espanha autorização para exportar 12 aeronaves que contém tecnologia americana, e o governo espanhol anunciou que vai substituir as peças por outras, fabricadas em solo europeu. Em um discurso nesta sexta-feira no Congresso da Venezuela, o presidente Hugo Chávez afirmou que a medida americana foi "mais um ataque imperialista dos Estados Unidos contra os venezuelanos". O governo americano já havia se declarado contra a venda dos aviões em novembro, quando o acordo foi anunciado. Para a Casa Branca, a transação pode desestabilizar a América do Sul. Defesa Os governos espanhol e venezuelano afirmam que o equipamento, que também inclui oito barcos de patrulha, são para fins de defesa. Nesta semana, a Venezuela havia acusado os Estados Unidos de também bloquear a venda de jatos de treinamento Supertucano da Embraer porque os aviões contêm tecnologia americana. "No dia 18 ou 19 de janeiro irei a Brasília para uma reunião com (o presidente brasileiro Luiz Inácio) Lula (da Silva) e com (o presidente argentino Nestor) Kirchner, e suponho que esclareceremos isto" disse o presidente Hugo Chávez, segundo informações da agência de notícias EFE. Os Estados Unidos informaram o governo espanhol sobre a decisão de bloquear o negócio na quinta-feira. |
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