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Israel ataca prédio usado pelo Fatah em Gaza | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
A Força Aérea de Israel disparou um míssil contra um prédio na Faixa de Gaza usado pelo partido governista palestino, o Fatah. Segundo Israel o prédio em Khan Younis foi atingido pois era usado por militantes ligados ao Fatah, membros das Brigadas dos Mártires de al-Aqsa. Não há informações de feridos. Houve um aumento na violência na Faixa de Gaza durante as últimas semanas. Líderes do Fatah se reuniram para discutir a violência e repetiram o pedido para que as eleições parlamentares de janeiro sejam adiadas caso a situação não melhore. Militantes mortos Dois militantes palestinos foram mortos por disparos israelenses na Faixa de Gaza no domingo. Israel afirmou que os homens estavam se preparando para disparar morteiros na região da fronteira. Um dos mortos seria membro do grupo militante Brigada dos Mártires de al-Aqsa. Ainda no domingo, durante a madrugada, militantes palestinos armados atacaram um clube para funcionários da Organização das Nações Unidas na cidade de Gaza. Funcionários disseram que cinco homens mascarados amarraram o guarda do clube antes de atirar dois dispositivos explosivos dentro do prédio, causando danos materiais. O clube, conhecido como o único local em Gaza que serve bebidas alcoólicas, estava fechado no momento do ataque. Ninguém ficou ferido. O ataque – o primeiro contra um alvo da ONU em Gaza – ocorreu após uma ação militar israelense que deixou dois palestinos mortos no norte da Faixa de Gaza. Nas últimas semanas vários estrangeiros foram seqüestrados na Faixa de Gaza. Líderes do Fatah, reunidos em Ramallah, pediram que Israel permita que palestinos do leste de Jerusalém votem livremente nas eleições de janeiro. Mas, o líder palestino Mahmoud Abbas, pediu também que os militantes mantenham a trégua com Israel, que eles afirmam que foi abandonada. Alguns observadores acreditam que o atual aumento na violência tem motivos políticos, pois certos elementos estariam tentando criar instabilidade antes das eleições parlamentares, segundo o correspondente da BBC na Faixa de Gaza, Alan Johnston. |
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