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Palestinos atacam clube das Nações Unidas em Gaza | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Militantes palestinos armados atacaram na madrugada deste domingo um clube para funcionários da Organização das Nações Unidas na cidade de Gaza. Funcionários disseram que cinco homens mascarados amarraram o guarda do clube antes de atirar dois dispositivos explosivos dentro do prédio, causando danos materiais. O clube, conhecido como o único local em Gaza que serve bebidas alcoólicas, estava fechado no momento do ataque. Ninguém ficou ferido. O ataque – o primeiro contra um alvo da ONU em Gaza – ocorreu após uma ação militar israelense que deixou dois palestinos mortos no norte da Faixa de Gaza. O Exército de Israel disse ter atirado contra um grupo que se preparava para atirar foguetes em direção ao território israelense. Num outro incidente horas após o ataque, palestinos armados seqüestraram um cidadão italiano na cidade de Khan Younis durante uma visita de um grupo de estrangeiros, que incluía dois parlamentares da União Européia. Horas depois do crime, o italiano foi liberado. O novo seqüestro ocorreu menos de dois dias após a libertação de três britânicos que haviam sido seqüestrados no início da semana ao sul da Faixa de Gaza. Antes do último seqüestro, o presidente da Autoridade Nacional Palestina, Mahmoud Abbas, havia prometido restaurar a ordem diante do crescente caos em Gaza. "Zona de exclusão" Israel havia declarado o norte da Faixa de Gaza como uma “zona de exclusão” no início da semana em resposta a um aumento no número de ataques palestinos. Os ataques palestinos ocorreram apesar do cessar-fogo declarado pelos militantes palestinos no ano passado, a pedido do presidente de Abbas. O cessar-fogo terminou oficialmente à meia-noite do dia 31 (20h em Brasília). O porta-voz do grupo militante Hamas, Mushir al-Masri, prometeu vingança após as mortes dos dois palestinos. Ele não descartou, porém, manter o cessar-fogo por mais tempo. Em seu discurso de ano novo, o presidente da Autoridade Nacional Palestina havia expressado preocupações de que o desrespeito às autoridades pode representar uma ameaça ao que chamou de projeto nacional palestino. |
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