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Inquérito apura divulgação de grampos nos EUA | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O Departamento de Justiça dos Estados Unidos abriu um inquérito par apurar como vazou para a imprensa a existência de um programa secreto de espionagem do governo americano que incluia a realização de escutas secretas dentro do próprio país. A investigação deve se concentrar em como o jornal The New York Times obteve a informação de artigo divulgado no início deste mês, segundo o qual a Agência Nacional de Segurança dos EUA vinha fazendo escuta telefônica sem autorização judicial. Depois da divulgação, Bush acabou admitindo que tinha autorizado o programa depois dos ataques de 11 de setembro de 2001. Ele disse que pessoas "com ligações conhecidas a Al-Qaeda e organização terroristas relacionadas" eram monitoradas. Reportagem 'irresponsável' Ele deixou claro que não há planos para suspender a escuta, embora o programa seja revisto a cada 45 dias. O presidente americano sugeriu que a reportagem do New York Times foi irresponsável. Ele disse que a publicação da reportagem significa que os inimigos dos Estados Unidos tinham "obtido informação que não deveriam". No entanto, senadores do Partido Republicano e da oposição democrata expressaram preocupação sobre o programa "Big Brother" e "não apropriado". Ordem presidencial Bush defende o programa de escuta como sendo decisivo para salvar vidas de americanos. Ele disse que alguns dos seqüestradores de 11 de setembro tinham se comunicado com associados fora do país antes dos ataques, mas que os Estados Unidos não ficaram sabendo até que já era tarde demais. Em sua reportagem, o New York Times disse que Bush tinha assinado um decreto secreto depois dos ataques de 11 de setembro. O decreto permitiu que a Agência de Segurança Nacional fizesse escuta de telefonemas e vigilância de e-mails de centenas de pessoas sem autorização judicial. |
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