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Síria pede a ONU que resolva impasse sobre inquérito | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O governo da Síria pediu ao secretário-geral da ONU, Kofi Annan, que ajude a resolver um impasse nas negociações em relação ao inquérito sobre o assassinato do ex-primeiro-ministro do Líbano, Rafik Hariri, no início do ano. O ministro do Exterior, Farouq al-Sharaa, afirmou que Damasco irá cooperar com as investigações da ONU, mas pediu um acordo que leve em conta a "soberania" do país. A Síria recusou o pedido de um dos integrantes da equipe de investigação da ONU de interrogar autoridades sírias no Líbano. O país tem até o dia 15 de dezembro para colaborar com o inquérito ou o Conselho de Segurança poderá tomar medidas contra a Síria. Em cartas endereçadas ao Conselho de Segurança e a Annan, Sharaa pediu um acordo entre a Síria e a comissão internacional de investigação "que respeite a carta da ONU e a soberania da Síria". O ministro do Exterior acrescentou que a equipe de investigação deve respeitar o acordo de extradição assinado por Síria e Líbano em 1951. Em outubro, o Conselho de Segurança da ONU adotou uma resolução exigindo que a Síria cooperasse totalmente com o inquérito e prendesse qualquer suspeito que fosse identificado. As autoridades não foram mencionadas, mas relatos do Líbano dizem que entre elas está o chefe da inteligência militar síria, Assef Shawkat, um cunhado do presidente da Síria Bashar al-Assad. A Síria nega envolvimento na morte de Hariri e instaurou uma investigação própria sobre o incidente. O assassinato de Hariri gerou uma onda de críticas e protestos à Síria, que foi obrigada a retirar suas forças de segurança do Líbano como conseqüência. |
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