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OMS teme epidemia de diarréia no Paquistão | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Centenas de sobreviventes do terremoto que atingiu o sudeste asiático no mês passado estão sofrendo com diarréia aguda, segundo informações da Organização Mundial de Saúde. Os médicos temem uma epidemia da doença no país e estão investigando se também há casos de cólera entre as vítimas, que permanecem em acampamentos na região da Caxemira administrada pelo Paquistão. Segundo informações da ONU, 350 mil pessoas precisam urgentemente de abrigo antes da chegada do inverno, e a ajuda médica ainda precisa chegar a várias pessoas que vivem em áreas remotas. O número oficial de mortos segundo as autoridades do Paquistão é de cerca de 73 mil – na terça-feira um assessor do Ministério das Finanças do Paquistão disse que esse número tinha subido para 87 mil, mas um porta-voz da Comissão Federal de Assistência disse à BBC que o número oficial ainda é de 73.276. "Num dos acampamentos que visitamos, havia 55 casos de diarréia e há tantos acampamentos improvisados que nós acreditamos que haja centenas de outros casos", disse a médica da OMS Rachel Levy à agência de notícias France Presse. Segundo as equipes de ajuda, muitos dos acampamentos improvisados foram montados em áreas sem saneamento apropriado ou outras instalações. Linha de Controle Estima-se que três milhões de pessoas tenham ficado desabrigadas no terremoto. Representantes da ONU advertiram que o número de mortos pode subir com a chegada do inverno. Na quarta-feira, as autoridades indianas e paquistanesas abriram mais um ponto de passagem na Linha de Controle, que separa a Caxemira indiana da paquistanesa. Mas os moradores da Caxemira ainda não podem cruzar a linha para ajudar familiares e amigos do outro lado da fronteira. A Índia e o Paquistão concordaram em abrir cinco pontos de passagem na Linha, com forte presença militar, para ajudar as vítimas do terremoto, mas falta acertar detalhes para permitir o cruzamento da fronteira. |
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