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Papa Bento 16 canoniza cinco religiosos em Roma | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O papa Bento 16 celebrou neste domingo a sua primeira cerimônia de canonização, anunciando cinco novos santos durante uma missa na Praça de São Pedro, em Roma. Uma multidão lotou a praça e aplaudiu cada nome anunciado pelo papa, que conduziu a cerimônia diante de enormes retratos dos novos santos. O processo de canonização dos cinco religiosos – dois italianos, dois ucranianos nascidos na Polônia e o chileno Alberto Hurtado Cruchaga (1901-1952) – foram iniciados antes do papado de Bento 16, que começou em abril deste ano. Os novos santos são os ucraniano-poloneses arcebispo Jozef Bilczewski (1860-1923) e padre Zygmunt Gorazdowski (1845-1920), e os italianos padre Gaetano Catanoso (1879-1963) e o monge capuchinho Felice da Nicosa (1715-1787). Recorde santo O antecessor do papa, João Paulo 2º, santificou quase 500 pessoas, número maior do que a soma de todos os canonizados nos últimos 500 anos. Vaticanistas dizem que ainda é cedo para perceber se o papa Bento 16 vai manter o ritmo de João Paulo 2º. No entanto, sabe-se que ele começou apenas um processo de canonização desde que assumiu o mais alto cargo da igreja Católica: o de João Paulo 2º. A cerimônia de canonização em Roma marca também o fim do Sínodo de Bispos que durou três semanas e no qual foram discutidos os principais desafios diante da igreja Católica. Um dos assuntos discutidos foi o o princípio do celibato entre padres, que foi chamado pelo papa Bento 16 de "presente precioso" durante a cerimônia de canonização deste domingo. |
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