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Igreja volta a rejeitar fim do celibato | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Bispos católicos reunidos no Vaticano reafirmaram o princípio do celibato entre os padres. Os 250 bispos reunidos no sínodo disseram que a igreja está sofrendo com a escassez de padres, mas que permitir o casamento não é a resposta. "A falta de padres para celebrar a eucaristia de domingo nos preocupa muito e nos convida a rezar e promover vocações mais ativamente", disseram os bispos, em declaração oficial. Um bispo de Honduras deu o exemplo de sua diocese, onde há apenas um padre para cada 16 mil católicos. Opcional Alguns católicos mais liberais vêm sugerindo que a solução para o problema é tornar o celibato opcional. Mas a declaração dos bispos chamou o celibato de um "presente sem preço". O cardeal George Pell, da Austrália, disse em uma coletiva de imprensa que o voto foi uma "enorme reafirmação" da regra do celibato na igreja. Os bispos também pediram que legisladores protejam o casamento e a família, e proíbam o aborto e a eutanásia. O sínodo, que durou três semanas, foi o primeiro desde a eleição do Papa Bento 16. O encontro terminou com 50 propostas, que poderão ser futuramente usadas pelo Papa em um documento. |
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