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Bento 16 abre primeiro sínodo de seu pontificado | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O Papa Bento 16 inaugurou neste domingo um encontro de bispos católicos de todo o mundo, o primeiro de seu pontificado. Durante o sínodo, que vai durar três semanas, os bispos devem discutir diversas questões polêmicas com o Papa: comparecimento à Igreja, divórcio, celibato e direito ao aborto, entre outros. Ao falar na missa de abertura do sínodo, na Basílica de São Pedro, o Papa Bento 16 disse que a religião deveria ter um papel na vida pública. "Uma tolerância que permite Deus como uma opinião particular, mas que o exclui da vida pública... não é tolerância, mas hipocrisia", disse o Papa na homilia. Menos padres "Quando o homem faz de si mesmo o único mestre do mundo e da sua vida, a Justiça não pode existir", acrescentou. O correspondente da BBC em Roma, David Willey, afirma que o número cada vez menor de padres e de congregações é particularmente preocupante para o Vaticano. Um documento que foi divulgado antes do sínodo mostra que havia um padre para cada 2.677 católicos em 2003 - esta proporção era de um para 1.797 em 1978. Uma corrente dentro da Igreja acredita que mais homens se dedicariam ao sacerdócio se tivessem permissão para se casar. |
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