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Cientistas esperam tremores ainda mais fortes na região | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Especialistas têm alertado há muito tempo para o perigo de um terremoto grave no sul da Ásia – e dizem que é provável que ocorram outros terremotos como o do último sábado. Muitos tremores já atingiram o lado sul dos Himalaias nos últimos séculos – mas não o suficiente para completar todo o lento e contínuo movimento do subcontinente indiano em direção à Ásia. O terremoto no Pqauistão foi o resultado de um movimento geológico gradual e de longo prazo da Índia em direção à Ásia, a uma velocidade de cinco centímetros por ano – ou um milímetro por semana. Os terremotos ocorrem quando a energia acumulada ao longo de falhas geológicas, como a dos Himalaias, é liberada repentinamente. O problema é que quanto mais tempo passa sem a ocorrência de um tremor, mais energia se acumula, tornando a ocorrência de um grande terremoto mais provável. Expectativas O último tremor está de acordo com as expectativas dos cientistas, mas com uma intensidade de 7,6 graus na escala Richter, foi relativamente fraco em relação ao que eles temiam. Porém o terremoto foi muito destrutivo, ultrapassando em número de mortes o terremoto de 2001 no Estado de Gujarat, no oeste da Índia, que matou 14 mil pessoas. Os especialistas advertem que terremotos até dez vezes mais fortes podem ocorrer na região e matar até 1 milhão de pessoas nas planícies do rio Ganges. O que os cientistas não conseguem prever, porém, é quando o próximo terremoto ocorrerá. |
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