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EUA oferecem US$ 10 mi por suspeito de atentado em Bali | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Os Estados Unidos estão oferecendo uma recompensa de US$ 10 milhões (R$ 23 milhões) por informações que ajudem na captura de um suspeito de ter participado dos ataques que mataram mais de 200 pessoas em uma boate na ilha de Bali, na Indonésia, em 2002. O suspeito é um indonésio chamado Dulmatin. Acredita-se que ele seja um especialista em eletrônica e um dos líderes do Jemah Islamiah, um grupo militante islâmico acusado de ser responsável por uma série de ataques no sudeste da Ásia. A recompensa é a segunda maior já oferecida pelo governo americano. Apenas as capturas do líder da al-Qaeda, Osama Bin Laden, e um dos líderes dos insurgentes iraquianos, Abu Musab al-Zarqawi, valem mais dinheiro - US$ 25 milhões (R$ 57,4 milhões) cada um. Os americanos estão oferecendo um prêmio de US$ 1 milhão (R$ 2,3 milhões) por Umar Patek, que seria um aliado próximo de Dulmatin e também teria participado das explosões de 2002 em Bali. 'Nova geração' Em relação ao mais recente ataque em Bali, que matou 19 pessoas no último sábado, o chefe da polícia da cidade, Made Mangku Pastika, disse que os três homens-bomba responsáveis pelo atentado fazem parte de uma "nova geração" de militantes violentos na Indonésia. Ele não acredita, portanto, que eles estejam ligados à rede que teria realizado o ataque de 2002. "Até agora, eles não foram reconhecidos por grupos antigos. Isso significa que são pessoas novas", disse Pastika. A polícia indonésia admitiu na sexta-feira que fez poucos progressos nas investigações sobre o atentado. |
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