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Polícia interroga 2 em investigação de atentados de Bali | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
A polícia da Indonésia revelou nesta terça-feira estar interrogando duas pessoas com relação aos atentados suicidas que mataram pelo menos 19 pessoas na Ilha de Bali, no sábado. No entanto, o chefe da polícia de Bali, Made Mangku Pastika, disse à agência de notícias France Presse que essas pessoas não estavam presas e que não havia indicações fortes de que elas estivessem envolvidas nos atentados. Na segunda-feira, fotos das cabeças dos supostos autores dos ataques, que teriam sido arrancadas dos corpos com as explosões, foram divulgadas pela imprensa do país. A expectativa da polícia é que as imagens ajudem testemunhas a se lembrar dos suspeitos, colaborando com novas informações para as investigações. A polícia acredita que o grupo radical Jemaah Islamiah está por trás dos atentados dos balneários de Jimbaran e Kuta. Alvo atraente O analista da BBC para a área de segurança Frank Gardner, diz que Bali oferece um alvo atraente para o grupo por ser uma região sempre cheia de turistas ocidentais em um país predominantemente muçulmano. Dois fugitivos malaios foram identificados como os supostos autores intelectuais dos atentados. Eles são Azahari Bin Husin e Noordin Mohamed Top, dois supostos líderes do Jemaah Islamiah que estão na lista dos mais procurados da Indonésia desde os ataques anteriores em Bali, que mataram mais de 200 pessoas em 2002. Suspeita-se que o grupo também tenha realizado um ataque suicida contra um hotel Marriott em 2003 em Jacarta e outro contra a Embaixada da Austrália no país, em setembro de 2004. |
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