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Parlamento do Iraque recua em regras para referendo | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O Parlamento do Iraque reverteu nesta quarta-feira sua decisão de mudar as regras para o referendo do dia 15 de outubro sobre a Constituição do país. As mudanças tornariam muito mais difícil para os opositores do projeto, especialmente os da minoria sunita, conseguir que ele fosse rejeitado pelos eleitores. O Departamento de Estado dos Estados Unidos já havia sugerido que os parlamentares iraquianos seguissem as regras originais. O mesmo havia feito a ONU (Organização das Nações Unidas), que disse que um referendo realizado com as novas regras não se enquadraria nas normas internacionais. As novas regras estabeleciam que a maioria de dois terços de votos em três províncias para a rejeição da Constituição seria calculada com base nos eleitores registrados, em vez de no total de eleitores que efetivamente comparecesse às urnas. Isso tornaria mais difícil para os sunitas rejeitarem a Carta nas províncias em que eles são maioria, especialmente porque a tendência é que muitos eleitores não compareçam às urnas com medo da violência. Ofensiva As Forças Armadas dos Estados Unidos anunciaram já ter matado 42 insurgentes nas operações militares que estão em andamento no oeste do Iraque, informou também nesta quarta-feira a agência de notícias France Presse. Os americanos também divulgaram que cinco de seus soldados foram mortos na região durante a ofensiva. Uma série de operações está sendo realizada na região que fica perto da fronteira com a Síria. O objetivo, de acordo com os americanos, é impedir que militantes da organização Al-Qaeda operem na região. |
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