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Ofensiva dos EUA no Iraque mata oito rebeldes e dez civis | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Soldados dos Estados Unidos no oeste do Iraque lançaram uma grande ofensiva contra militantes ligados à rede Al-Qaeda, de acordo com militares americanos. Cerca de mil soldados tomaram Sadah, uma cidade perto da fronteira com a Síria, depois que helicópteros entraram em ação. Os militares americanos disseram que a operação Punho de Ferro - a mais recente, numa série de ações na área - vai tentar combater infiltrações e destruir o refúgio de insurgentes. Na madrugada deste domingo, as autoridades americanas anunciaram que oito militantes foram mortos. Médicos locais disseram à BBC que pelos menos dez civis morreram na operação. Crianças Os mortos - entre os quais três crianças - estavam em dois veículos que transportavam famílias que tentavam fugir dos confrontos. A correspondente da BBC em Bagdá Caroline Hawley disse que as ofensivas americanas não conseguiram interromper uma série de ataques a bomba atribuídos aos insurgentes.
A violência está crescendo no Iraque, num momento em que os iraquianos estão se preparando para votar num referendo sobre a nova Constituição, marcado para 15 de outubro. A secretária de Estado americana, Condoleezza Rice, defendeu a presença dos Estados Unidos no Iraque, dizendo que retirar as tropas agora seria abandonar o país a "assassinos bárbaros". "Se nós abandonarmos as futuras gerações no Oriente Médio ao desespero e ao terror, nós também vamos estar condenando gerações futuras à insegurança e ao medo", afirmou Rice, em um discurso na Universidade de Priceton, em Nova Jersey. O correspondente da BBC em Washington Jonathan Beale informa que as declarações da secretária americana fazem parte de uma campanha do governo para reverter a queda do apoio popular à guerra, indicado em recentes pesquisas de opinião Seqüestro No final da noite de sábado, o irmão do ministro do Interior iraquiano foi seqüestrado por quatro homens armados. O carro de Bayan Jabos Solagh foi fechado quando passava pela principal rua do distrito xiita da cidade de Sadh. Solagh é diretor do hospital local. Solagh foi obrigado a entrar no veículo em que estavam os seqüestradores. O ministro do Interior está no momento em visita Amã, capital da Jordânia. |
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