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Sul-africano recebe prisão perpétua por jogar negro aos leões | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Um sul-africano condenado pela morte de um homem cujos restos mortais foram encontrados em uma jaula de um leão foi sentenciado à prisão perpétua nesta sexta-feira. O fazendeiro branco Mark Scott-Crossley e um empregado espancaram o antigo funcionário negro Nelson Chisale e o jogaram na jaula dos leões em janeiro de 2004. O cúmplice de Scott-Crossley, Simon Mathebula, foi sentenciado a 15 anos de prisão. Chisale, que havia sido demitido ao final de 2003, foi assassinado quando retornou à fazenda para buscar seus pertences. Centro de criação Scott-Crossley e Mathebula o amarraram e o levaram para um centro de criação de leões, onde o jogaram em uma jaula. A corte não pôde estabelecer se Chisale já estava morto quando foi jogado na jaula. Os únicos restos encontrados foram alguns ossos e pedaços de roupas rasgadas. O caso chamou a atenção para as tensões raciais que ainda existem no interior da África do Sul 11 anos após o apartheid. Uma multidão que aguardava no lado de fora da corte na cidade de Phalaborwa comemorou quando a sentença foi anunciada. A pena de morte foi abolida na África do Sul em 1996, e a prisão perpétua é a sentença máxima para assassinato. |
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