|
Líder de protestos antiguerra é presa nos EUA | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Uma das líderes do movimento antiguerra nos Estados Unidos, Cindy Sheehan, foi presa nesta segunda-feira durante uma manifestação do lado de fora da Casa Branca. Além de Sheehan, mãe de um soldado que morreu lutando no Iraque no ano passado, mais de 300 manifestantes foram detidos. O protesto envolvia mais de 500 pessoas, cada uma delas levando um cartaz com o nome de soldados mortos no Iraque. Sheehan, que começou o seu protesto em agosto na frente do rancho do presidente George W. Bush em Crawford, no Texas, foi presa por realizar uma demonstração em uma zona de acesso restrito, sem permissão. Os policiais haviam avisado os manifestantes que eles seriam presos se não deixassem a calçada próxima da entrada principal da residência oficial do presidente. Cerca de 300 pessoas se afastaram e evitaram a prisão. Segundo a agência de notícia France Presse, enquanto Sheehan e seus companheiros eram levados até os camburões, ativistas antiguerra gritavam "O mundo inteiro está assistindo". Ainda de acordo com as informações da France Presse, cinco mulheres com os seios nus carregavam cartazes dizendo "A guerra é indecente". A manifestação desta segunda-feira se segue a um protesto antiguerra com 100 mil pessoas no sábado, também em Washington. O ato foi liderado por Sheehan e o parlamentar britânico George Galloway, que também se opõe ao envolvimento do seu país na guerra no Iraque. O porta-voz da Casa Branca, Scott McClellan, no entanto, minimizou a importância das demonstrações, dizendo que os manifestantes tinham o direito de se expressar, mas não mudariam a opinião do presidente. |
| ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||