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Chuvas e ventos castigam EUA com aproximação do Rita | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Chuvas intensas e fortes rajadas de vento começaram a castigar a costa do Texas e da Louisiana, nos Estados Unidos, antes mesmo da chegada do furacão Rita à terra. Os meteorologistas prevêem que Rita, agora uma tempestade de categoria 3, toque a terra na madrugada deste sábado. Mesmo enfraquecido, o furacão que chegou a atingir a categoria máxima na escala Saffir-Simpson durante a semana pode provocar ventos de 200 km/h. Os ventos com força de furacão podem se estender por um raio de 140 quilômetros e os com força de tempestade tropical (até 120 km/h) podem afetar locais a 335 quilômetros do centro da tempestade. É por essa razão que, mesmo antes de Rita tocar a terra, a aproximação da tempestade já afeta as condições meteorológicas no Texas e na Louisiana. No seu boletim de 23h (0h em Brasília), o Centro Nacional dps Furacões, baseado em Miami, informa que Rita deve chegar à costa americana em um ponto próximo da fronteira entre o Texas e a Louisiana. Segundo os especialistas, o nível do mar na região costeira afetada pode subir seis metros. Galveston e Nova Orleans Em Galveston, a pequena cidade do Texas devastada por um furacão em 1900, um grande incêndio consumiu pelo menos três edifícios. Segundo a agência de notícias Reuters, a causa do incidente não foi esclarecida, mas o fogo começou quando a cidade – praticamente vazia depois da evacuação dos moradores – recebeu os primeiros ventos associados ao Rita. Em Nova Orleans, devastada pelo furacão Katrina, as primeiras chuvas causadas pelo furacão foram suficientes para que água ultrapassasse um dos diques que protegiam a cidade. O Centro Nacional de Furacões alerta que o norte de Nova Orleans também está sob risco de ser atingida por tornados, fenômeno comum em grandes tempestades. O presidente americano, George W. Bush, cancelou a viagem que faria para o Estado do Texas e decidiu seguir para o quartel-general do Exército em Colorado Springs, de onde será coordenado os trabalhos de assistência às vítimas. Segundo a Casa Branca, o presidente não quis que sua visita afetasse o trabalho dos serviços de emergência. |
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