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Jóqueis de camelos terão identidade para evitar uso de crianças | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Os Emirados Árabes Unidos (EAU) anunciaram que vão adotar carteiras de identidade para jóqueis de camelos. A medida visa a impedir o emprego de crianças como jóqueis em corridas de camelos, um esporte lucrativo e popular nos países do Golfo Pérsico. Os Emirados Árabes Unidos baniram o emprego de meninos menores de 18 anos nas corridas, uma prática que vinha sendo condenada internacionalmente. Segundo grupos de defesa dos direitos humanos, milhares de meninos, alguns com apenas 4 anos de idade, eram empregados como jóqueis de camelos, um esporte beduíno tradicional, no país. Tráfico de meninos No início deste ano, os EAU aumentaram a idade mínima dos jóqueis de camelo de 16 para 18 anos. Eles também adotaram uma série de medidas para impedir o tráfico de meninos de países pobres da Ásia para emprego como jóqueis de camelos. Segundo grupos de direitos humanos, muitos meninos pobres eram seqüestrados ou vendidos por suas famílias e depois mantidos em prisões, subalimentados, para mantê-los magros e leves, permitindo que os camelos corram mais. Entre as medidas para impedir a prática de usar meninos como jóqueis de camelos incluem conferir a idade e o peso dos jóqueis antes das corridas, uso de robôs e inspeções em aeroportos para impedir que traficantes entrem no país com crianças desacompanhadas. |
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