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Robôs substituem crianças-jockeys em corridas de camelos | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Os Emirados Árabes Unidos disseram que não vão mais usar crianças, mas sim robôs, como jockeys em corridas de camelos, à partir da próxima temporada. O país vinha recebendo duras críticas pelo uso dos infantes nas duras e perigosas corridas. ONGs afirmam que existem cerca de 40 mil crianças, alguns com menos de cinco anos de idade, atuando como jockeys no Golfo Pérsico. Muitos deles teriam sido raptados e traficados, ou mesmo vendidos por suas famílias, desde o sul da Ásia. 'Leve' Eles seriam mantidos em condições precárias, subnutridos propositalmente para se manterem leves e competitivos. As corridas de camelo constituem um dos esportes mais populares do país. Um protótipo de robô teria sido testado com sucesso, no último sábado, segundo o governo. No teste, integrantes da família real de Abu Dhabi se disseram impressionados com o jockey mecânico. “O jockey mecânico é leve e recebe ordens de um instrutor por um sistema de controle remoto fixado nas costas do camelo”, diz o jornal Gulf News, citando fontes do govermo. |
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