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Iraque investiga resgate de soldados britânicos em Basra | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O governo do Iraque lançou um inquérito sobre os acontecimentos desta segunda-feira na cidade de Basra, no sul do país, durante os quais forças da Grã-Bretanha derrubaram o muro de uma delegacia para libertar dois soldados do país. Os soldados aparentemente estavam trabalhando à paisana quando foram detidos pela polícia iraquiana, depois de uma troca de tiros. O comandante britânico em Basra, John Lorimer, disse que os soldados deveriam ter sido entregues às forças do país pela polícia, mas as negociações fracassaram. Depois, ao saber que eles teriam sido entregues a uma milícia local, o comandante decidiu então usar a força para libertá-los. Por sua vez, o porta-voz do governo do Iraque Haider Al-Ebadi, disse que o comandante agiu sem consultar os iraquianos. Seis mortos Ainda nesta terça-feira, as forças armadas americanas disseram que dois soldados foram mortos em atentados a bomba perto da cidade de Ramadi, a oeste de Bagdá. Segundo as informações, os soldados foram mortos em dois incidentes separados em que bombas explodiram em estradas, durante operações de combate, na segunda-feira. Mais ao norte, na cidade de Mosul, quatro pessoas que viajavam num comboio diplomático morreram depois que um suicida lançou sobre eles um carro-bomba. Um dos mortos era um agente de segurança do serviço diplomático americano, enquanto os outros três trabalhavam como seguranças para companhias particulares. |
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