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Polícia do Iraque tenta identificar 20 corpos achados em Bagdá | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
A polícia do Iraque disse que disse que foram encontrados os corpos de 20 homens no Rio Tigre no norte da capital do país, Bagdá. As autoridades estão tentando descobrir quem eram os homens e como morreram, mas informações sugerem que eles podem ter sido integrantes das forças de segurança. Mais cedo, as autoridades iraquianas anunciaram que um parlamentar da região curda do Iraque foi assassinado ao norte da capital do país, Bagdá, na noite de sábado. Faris Hussein, seu motorista e pelo menos outra pessoa que o acompanhava foram mortos a tiros por insurgentes no norte de Bagdá. O grupo rumava para Bagdá quando foi atacado. Hussein seria o terceiro parlamentar do país assassinado este ano, segundo a agência de notícias AFP. Ele integrava a União Patriótica do Curdistão, um dos dois principais partidos da região curda do norte do Iraque. O partido apoiava o governo e a nova constituição iraquiana. Quase 200 pessoas morreram nos últimos sete dias em ataques na região de bagdá. As forças de segurança estão em alto estado de alerta num momento em que peregrinos xiitas se dirigem para Karbala, ao sul de Bagdá, para uma festa religiosa que deve começar na segunda-feira. Mais violência Um carro-bomba atingiu um mercado num subúrbio pobre de Bagdá também na noite de sábado. Segundo a polícia local, pelo menos 30 pessoas morreram e outras dezenas ficaram feridas. O ataque aconteceu em Nahrwan, a cerca de 40 km da capital do Iraque, uma região de população xiita. Horas antes, a polícia havia anunciado que encontrou 9 corpos não-identificados em Bagdá. As vítimas estavam em três lugares diferentes, todas elas baleadas na cabeça e no peito. Atentados suicidas a bomba têm sido um dos principais instrumentos de militantes islâmicos sunitas para atacar forças americanas e do governo iraquiano. Os ataques muitas vezes também são voltados contra civis e servem como tática dos ativistas para gerar cisões entre as comunidades muçulmanas xiita e sunita do país. |
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